Sinopse: A esforçada Woo Hyun Jin (Roh Jeong Eui) e o rebelde Sun Tae Hyung (Bae In Hyuk) normalmente nunca se cruzariam, mas a vida dos dois se conecta para sempre quando seus irmãos mais velhos decidem se casar, tornando-os cunhados indesejados. Infelizmente, três anos depois, a relação entre Hyun Jin e Tae Hyung muda drasticamente quando os irmãos morrem em um acidente de carro, deixando-os de repente responsáveis pelo filho deles, Woo Joo. No início, os dois têm muita dificuldade para se entender, mas, aos poucos, conseguem construir uma relação de coparentalidade nada convencional pelo bem do sobrinho. Porém, ao passarem mais tempo juntos, Hyun Jin e Tae Hyung percebem que a relação entre eles pode mudar novamente, se conseguirem lidar com um romance que começa a surgir enquanto cuidam de uma criança.
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É estranho pensar que tios e tias não seriam considerados adequados para criar um sobrinho, mesmo sendo a única família que resta. Isso parece uma piada de mau gosto, coisa de série de TV. Na realidade, não faz sentido: se os dois trabalham, levam a criança para a escola, buscam ela e dão uma vida normal, por que seria errado?
Colocar a criança em um orfanato seria ridículo. Por que o juiz não falou isso no início? Tinha que ser agora no final. Eu vi eles assinarem papel como guardiões da criança, e agora criaram outro só para complicar. O mais natural é que a família, como tios e tias, assuma esse papel. Só falta o juiz intervir e retirar a criança deles. É muito mais saudável e coerente que a criança cresça com seus familiares diretos, pois são a única família que resta. Não tem lógica um juiz tirar a criança da sua única família e deixar em um orfanato.